Enquanto toda a cena de tablets revolve ao redor dos iPads e
Androids, pouco se tem a dizer sobre os seus possíveis competidores,
tanto para hardware quanto para OS. Ou eles já nascem mortos ou… não
existem.
Sim, o WebOS foi uma das mais promissoras lendas a jamais vencer o status mitológico de incrível promessa, enquanto que o Playbook ainda serve como motivo de chacota em qualquer boteco geek que se preze.
O ICS também “roda” no HP Touchpad e quase ninguém riu dessa piada. Se bem que o Cyanogen está a um passo de também rodar no Playbook. O problema é que a RIM é muito mais orgulhosa que a HP para queimá-lo por U$S 99 Obamas. Então não chutemos cachorro morto, certo? — É o que dizem…
Enfim, o cenário é vasto e o combustível praticamente ilimitado para que a legião de Linuxers, heróis da resistência, possam pelejar e praguejar sobre o quanto todos os tablets ainda são imperfeitos.
No que depender de um sujeito chamado Aaron Seigo, desenvolvedor KDE, todo o mundo também poderá criticar um tablet legitimamente Freeta…, quero dizer, à boa e velha base de Linux.
Para ser mais específico, ele anunciou em seu blog há uns dias que o novo brinquedo roda em ambiente Plasma Active, uma versão mobile do KDE sensível ao toque e desenvolvida especialmente para tablets.
O nome do candidato? Spark, um tablet com tela capacitiva de 7″, CPU ARM de 1 GHz, 512 MB de RAM, 4 GB de armazenamento interno, com entrada para SD Card, conexão Wi-Fi e um preço inicial de U$S 262 (R$ 453). Se tem 3G? Não força…
Debaixo do capô, o Spark roda o Mer, um fork desenvolvido por cima do MeeGo, também beaseado no Linux. Segundo Seigo, tudo será open source e o usuário poderá instalar e fuçar o que quiser com o Spark. #joinha
O Plasma é um projeto que procurou fazer algumas modificações no esquema de navegação padrão do KDE 4.0. Tem recebido a sua cota de críticas, talvez shiitas demais e provavelmente porque tem sido explorado em projetos para tablets e smartphones, como os de Seigo, ou por aqueles que não admitem que o KDE seja usado com os dedos.
Por outro lado, tem recebido boa atenção por certas facilidades que, quando consideramos um Linux decente rodando dentro de um tablet relativamente barato, agradam. Não espere aquela beleza semi-deidade do iOS, nem tampouco toda a distribuição lógica e simplificada do Android.
Mas vale, ao menos, a pescoçada.
Abaixo, demo do ambiente shell Plasma Active:
Sim, o WebOS foi uma das mais promissoras lendas a jamais vencer o status mitológico de incrível promessa, enquanto que o Playbook ainda serve como motivo de chacota em qualquer boteco geek que se preze.
O ICS também “roda” no HP Touchpad e quase ninguém riu dessa piada. Se bem que o Cyanogen está a um passo de também rodar no Playbook. O problema é que a RIM é muito mais orgulhosa que a HP para queimá-lo por U$S 99 Obamas. Então não chutemos cachorro morto, certo? — É o que dizem…
Enfim, o cenário é vasto e o combustível praticamente ilimitado para que a legião de Linuxers, heróis da resistência, possam pelejar e praguejar sobre o quanto todos os tablets ainda são imperfeitos.
No que depender de um sujeito chamado Aaron Seigo, desenvolvedor KDE, todo o mundo também poderá criticar um tablet legitimamente Freeta…, quero dizer, à boa e velha base de Linux.
Para ser mais específico, ele anunciou em seu blog há uns dias que o novo brinquedo roda em ambiente Plasma Active, uma versão mobile do KDE sensível ao toque e desenvolvida especialmente para tablets.
O nome do candidato? Spark, um tablet com tela capacitiva de 7″, CPU ARM de 1 GHz, 512 MB de RAM, 4 GB de armazenamento interno, com entrada para SD Card, conexão Wi-Fi e um preço inicial de U$S 262 (R$ 453). Se tem 3G? Não força…
Debaixo do capô, o Spark roda o Mer, um fork desenvolvido por cima do MeeGo, também beaseado no Linux. Segundo Seigo, tudo será open source e o usuário poderá instalar e fuçar o que quiser com o Spark. #joinha
O Plasma é um projeto que procurou fazer algumas modificações no esquema de navegação padrão do KDE 4.0. Tem recebido a sua cota de críticas, talvez shiitas demais e provavelmente porque tem sido explorado em projetos para tablets e smartphones, como os de Seigo, ou por aqueles que não admitem que o KDE seja usado com os dedos.
Por outro lado, tem recebido boa atenção por certas facilidades que, quando consideramos um Linux decente rodando dentro de um tablet relativamente barato, agradam. Não espere aquela beleza semi-deidade do iOS, nem tampouco toda a distribuição lógica e simplificada do Android.
Mas vale, ao menos, a pescoçada.
Abaixo, demo do ambiente shell Plasma Active:
